Cotações IMEA

GEBOV - UFMT/Campus Sinop

Minha foto
Sinop, Mato Grosso, Brazil
Zootecnia/ICAA - Universidade Federal de Mato Grosso

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Abate bovino foi o maior para um 1º trimestre na série histórica


No primeiro trimestre de 2013, foram abatidas 8,1 milhões de cabeças de bovinos, variação negativa de 0,7% em relação ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 12,7% frente ao 1º trimestre de 2012. A quantidade de bovinos abatidos no 1º trimestre de 2013 foi a maior registrada em um primeiro trimestre na série histórica do abate de bovinos desde 1997, quando a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais foi iniciada. O peso acumulado de carcaças no 1º trimestre de 2013 (1,9 milhão de toneladas) apresentou retração de 2,4% frente ao trimestre imediatamente anterior e aumento de 13,2% em relação ao 1º trimestre de 2012. O peso acumulado de carcaças de bovinos registrado no 1º trimestre de 2013, também foi o maior registrado em um primeiro trimestre na série histórica. Foi registrado aumento da quantidade de bovinos abatidos, no comparativo do 1º trimestre de 2013 com o mesmo período do ano anterior, para todas as regiões: 17,5% no Centro-Oeste; 18,1% no Sudeste; 6,2% no Norte; 8,0% no Sul; e 2,3% no Nordeste. No ranking do abate de bovinos por Unidade da Federação, os estados ocupantes das 11 primeiras posições apresentaram aumento da quantidade de cabeças abatidas, no comparativo do 1º trimestre de 2013 com o mesmo período do ano anterior, com destaque para Mato Grosso, principal abatedor de bovinos, que teve aumento de 20,5% no período.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Com menos de 50% da utilização da capacidade frigorífica instalada, Mato Grosso registrou um recorde em maio

UTILIZAÇÃO RECORDE: Em cinco meses de abate no ano de 2013, o Estado de Mato Grosso acumula mais um recorde e dessa vez refere-se à utilização da capacidade frigorífica instalada do Estado, a maior já registrada em toda história. Levando-se em consideração todo o parque industrial frigorífico instalado em Mato Grosso, o Imea calculou com os dados disponibilizados pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea-MT) uma utilização da capacidade frigorífica instalada de 45,83% no ano de 2013. O resultado obtido este ano está 3,13 pontos percentuais acima do que foi registrado em todo o ano de 2012 (42,70%). Um dos principais motivos para o resultado e que explica em grande parte o aumento da utilização é o atual nível dos abates de bovinos em 2013. Para se ter uma ideia de como estão sendo mandados mais animais para abate, foi considerado que os abates, nas maiorias das plantas, vão de segunda a sexta, resultando em uma média diária nos cinco primeiros meses do ano de 2013 de 22.442 cabeças, acima da média registrada em 2012 (20.862 cabeças/dia). Além disso, a reabertura de duas plantas no Estado, nas regiões nordeste e oeste, puxaram a utilização nas macrorregiões e também no Estado de Mato Grosso. LEIA MAIS...

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Exportação de carne bate recorde para cinco meses

A receita com as exportações de carne bovina totalizou US$ 2,5 bilhões entre janeiro e maio, um recorde para o período de cinco meses, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec). Em comparação com o mesmo intervalo do ano passado, o crescimento foi de 15%. Já os volumes embarcados totalizaram 562 mil toneladas no período, segundo a Abiec, aumento de 22,6% sobre os cinco primeiros meses de 2012. De acordo com a entidade, Hong Kong foi o principal destino das vendas brasileiras de carne bovina até maio, com compras que alcançaram US$ 558,1 milhões. Em seguida aparecem Rússia (US$ 528 milhões), União Europeia (US$ 327 milhões), Venezuela (US$ 280,6 milhões), Chile (US$ 171,4 milhões), Egito (US$ 134,9 milhões), Estados Unidos (US$ 89,1 milhões), Irã (US$ 66,1 milhões), Israel (US$ 40,9 milhões) e Líbano (US$ 33,1 milhões). A Abiec destaca o avanço de 198% nas vendas ao Irã nos cinco primeiros meses de 2013. Em nota, o presidente da associação, Antônio Camardelli, disse que a expectativa é ampliar as vendas "em vários mercados importantes em um futuro breve, como a União Europeia e uma série de países asiáticos". Considerando apenas o mês de maio, as exportações de carne bovina alcançaram 118,8 mil toneladas, aumento de 7,88% sobre o mesmo mês de 2012. A receita cresceu apenas 0,34%, para US$ 520,4 milhões, de acordo com a Abiec. A queda no preço médio, de quase 7%, explica o resultado.

Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Maio foi marcado por queda de oferta, demanda e preços pagos ao pecuarista mato-grossense

TUDO PARA BAIXO: Os parceiros internacionais do mercado da carne bovina de Mato Grosso apresentaram uma demanda menor no mês de maio. A carne bovina de origem mato-grossense enviada ao exterior em maio somou 16,97 mil TEC, uma diminuição de 35,12% ante o volume de abril, refletindo diretamente na receita obtida com as vendas que registraram uma queda de 36,52% na comparação da receita de maio com abril de 2013. Analisando a oferta no mês de maio, nota-se que menos animais foram abatidos no Estado, totalizando 491,18 mil cabeças, o que significa uma queda de 7,30% no envio de animais ao gancho quando comparado a abril. No entanto, o Estado passa por uma safra mais ofertada que a safra anterior e a prova disso é que o atual nível de abates, 2,43 milhões de cabeças de janeiro a maio, é superior em 10%ao acumulado no mesmo período em 2012 (2,20 milhões de cabeças). Portanto, em maio, esperava-se que os bons resultados dos meses anteriores no mercado internacional continuassem e sustentassem os preços no Estado - o que não ocorreu. O resultado para o pecuarista foi a redução de 1,03% nos preços pagos em maio (média de R$ 86,60/@), principalmente pelo efeito da diminuição da demanda externa, e não pela maior oferta de animais para o abate. LEIA MAIS...

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Momento oportuno para travar o preço do boi gordo na bolsa e garantir sucesso na atividade

OPORTUNIDADE PARA TRAVAR PREÇO: Passado o mês de maio, historicamente a safra do boi, a preocupação passa a ser com a entressafra, se vai existir volume de pastagens para a boiada e se o confinamento estratégico trará boa oferta para o segundo semestre. Todas essas dúvidas de hoje precificam o boi gordo futuro na BM&F Bovespa, em São Paulo. Entretanto, quem está em Mato Grosso tem que levar em consideração o diferencial de preço entre as praças de São Paulo e Mato Grosso, que está em 13%, ou seja, os preços em São Paulo estão 13% mais valorizados. Deste modo, o boi gordo futuro em São Paulo está cotado para vencimento de outubro em R$ 103,20/@ e, quando ajustado, segundo o diferencial de base, para Mato Grosso, chega-se a um boi gordo de R$ 89,40/@. Portanto, hoje, a expectativa do ágio da safra para entressafra é de R$ 3,00/@, sendo um resultado acima da média dos últimos cinco anos (R$ 2,70/@), porém, baixo quando comparado ao ágio safra-entressafra de 2010 (R$ 12,80/@). No entanto, sabe-se que o mercado é dinâmico e que não existe garantia de que a expectativa de preço para outubro seja concretizada, sendo mais importante que isso utilizar a ferramenta, travar os preços e garantir rentabilidade nesse momento favorável. LEIA MAIS...

terça-feira, 4 de junho de 2013

Utilização da capacidade frigorífica instalada de Mato Grosso é a maior dos últimos cinco anos.

INDÚSTRIA FAMINTA: Com um abate de 1,93 milhões de cabeças de bovinos no primeiro quadrimestre, segundo dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea - MT), a utilização da capacidade frigorífica instalada no Estado, calculada pelo Imea, foi de 45,7%, uma elevação de 4,7 pontos percentuais ante a utilização registrada no mesmo período de 2012 (41,0%). Um ponto de destaque é que nos primeiros quatro meses do ano de 2013 foi registrado a maior utilização dos últimos cinco anos, ou seja, nunca se utilizou tanto a capacidade instalada para o período dos quatro primeiros meses do ano no Estado de Mato Grosso. A alta na utilização da capacidade instalada é explicada, principalmente, pelo aumento da oferta de bovinos, machos e fêmeas. Para se ter uma ideia, em 2013 o estoque de machos disponíveis para abate será de 4,24 milhões de cabeças, a maior oferta dos últimos três anos, além disso, o maior descarte fêmeas - média de 54% para o primeiro quadrimestre - contribuiu para elevação. Um ponto relevante da análise,é que a industria reagiu bem ao aumento de oferta de gado no Estado, sendo verificado a reativação de plantas frigoríficas em Pontes e Lacerda e Vila Rica, resultando no aumento mais expressivo da utilização da macrorregiões oeste e nordeste.LEIA MAIS...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Mudanças estruturais na bovinocultura elevam o abate em Mato Grosso


MAIS BOIS NO COCHO: Ao longo do mês de abril de 2013 foi realizado pelo Imea o primeiro levantamento da intenção de confinamento no Estado de Mato Grosso. A primeira constatação é de certo conservadorismo na hora da decisão de confinar ou não, já que as expectativas para este ano estão mais cautelosas quando comparadas às do levantamento da intenção do ano passado, quando eram esperadas 929,9 mil cabeças no cocho. Para este ano é esperado que 809,5 mil cabeças sejam "fechadas", uma redução de 12,9% em relação à intenção de abril de 2012, porém, uma alta de 2,1% na comparação com o número de bovinos que foi efetivamente terminado em confinamentos no ano passado (792,7 mil cabeças). O cenário atual para o confinamento é semelhante ao verificado no ano passado, quando, em abril, os preços de milho e do boi gordo futuro na bolsa apontavam para um cenário favorável ao confinador. Entretanto, o cenário de custos com alimentação mais barata não foi concretizado, culminando com a redução dos animais confinados. Outro ponto de destaque, porém, negativo, é o fato de existir uma clara redução no número de animais "travados" na bolsa ou em contratos a termo com os frigoríficos, o que deixa a atividade, que já envolve muitos riscos, muito mais suscetível a insucessos   LEIA MAIS...

Desmatamento em MT reduziu 93% e produção aumentou

Mato Grosso reduziu o desmatamento em 93% em oito anos e, aumentando a produtividade agropecuária, evitou a abertura de 27 milhões de hectares nos últimos anos. O estado vem se tornando referência no país por conseguir equilibrar a produção e a preservação ambiental. A prova disso é a redução na área desmatada, de 11,8 mil km² em 2004 para 777 km² em 2012, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Mesmo evitando abrir novas áreas, a produção agropecuária mato-grossense acumulou alta de 60% no caso da soja, aumentando de 15 milhões de toneladas em 2005 para 24,1 milhões de toneladas em 2012. LEIA MAIS...

Situação das pastagens é crítica no nortão

A chamada síndrome da morte da brachiária já atingiu 80% das pastagens da região Norte de Mato Grosso, especialmente acima do município de Sinop. O problema preocupa uma vez que compromete o bom desempenho da pecuária e provoca queda da produtividade no campo. A situação foi discutida pela equipe da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) na quarta e última rota do evento Acrimat em Ação 2013, que percorreu 8 municípios do Nortão - Nova Monte Verde, Apiacás, Alta Floresta, Colíder,Guarantã do Norte, Marcelândia, Sinop e São José do Rio Claro - e cujo fechamento das atividades ocorre hoje em Cuiabá. LEIA MAIS...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Morte súbita de pastagens preocupa especialistas


A morte súbita já exterminou mais de 80% das pastagens no Acre e chegou com força em Mato Grosso. Os especialistas ainda não sabem como tratar a praga que vem eliminando a braquiária nos campos, mas alertam que a reforma de pastagens e a rotação de culturas podem minimizar o problema. As raízes das pastagens não resistem e apodrecem devido à água acumulada no subsolo a uma profundidade média de 30 centímetros, explicam especialistas. No norte do Estado, dentro do bioma Amazônia, a morte súbita tem acelerado o processo de degradação das pastagens. A região, que tem tradição no gado a pasto, vem apostando na reforma de pastagens com o apoio de ONGs e da Embrapa. A região de Alta Floresta concentra o quarto maior rebanho do Estado, com 800 mil cabeças. Com a maior parte das pastagens degradadas, a alternativa de recuperação é substituir a braquiária por capim mombaça. Sem a extensão rural para atender os pecuaristas, um projeto do Instituto do Centro Vida junto com a Embrapa forma grupos de produtores para implantar a cultura e prestar assistência técnica. O Coordenador da Pecuária Integrada Baixo Carbono, Vando Telles de Oliveira, destaca que com cuidados a mombaça pode durar cerca de 40 anos. O custo da mombaça gira em torno de R$ 2,2 mil por hectare, e o lucro líquido pode chegar a R$ 650 por hectare ao ano. Outra alternativa para recuperar os campos é a rotação de culturas. O arroz é uma das alternativas, já que a região tem histórico no cultivo do cereal. Além de milho e soja, que também podem ser rentáveis ao produtor. ASSISTA O VÍDEO...

quarta-feira, 22 de maio de 2013

1° LEVANTAMENTO DAS INTENSÕES DE CONFINAMENTO EM 2013

Ao longo do mês de abril de 2013 foi realizado pelo Instituto o primeiro levantamento da intenção de confinamento no Estado de Mato Grosso. A pesquisa entrevistou mais de 181 pessoas, entre técnicos, gerentes e proprietários de uma base de 215 unidades de confinamento. As expectativas para esse ano estão mais conservadoras quando comparadas ao mesmo levantamento de intenção do ano passado, isso porque no passado em abril eram esperados que 929,9 mil cabeças fossem confinados. Para este ano são esperados que 809,5 mil cabeças sejam "fechadas", uma redução de 12,9% em relação a intenção de abril de 2012, porém, uma alta de 2,1% na comparação com o que foi efetivamente terminado em confinamentos no ano passado (792,7 mil cabeças). LEIA MAIS...

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Intenção de confinar gado em Mato Grosso cai 12%

A intenção de confinar em 2013 está 12% inferior ao índice identificado no mesmo período do ano passado. Levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) aponta que 809,5 mil animais deverão ser terminados no cocho, sendo que em 2012, em abril, a intenção era terminar 929,9 mil animais em confinamento. A pesquisa faz parte dos três levantamentos encomendados pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), sendo o primeiro em abril, o segundo em julho e o fechamento em novembro. LEIA MAIS...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Parabéns Zootecnista! O seu empenho em busca da qualidade está presente diariamente em nossas vidas


Parabéns, Zootecnista! Por promover o desenvolvimento da produção animal brasileira.


ZOOTECNISTAS: VERSÁTEIS E ESTRATÉGICOS, ESTES PROFISSIONAIS GARANTEM A SEGURANÇA ALIMENTAR DOS ANIMAIS E DA POPULAÇÃO


lém de ser um dos responsáveis pelos rebanhos da porteira para dentro das fazendas, o zootecnista contribui cada vez mais para garantir a segurança alimentar e o bem-estar da população. Este profissional é fundamental para o avanço do agronegócio. São eles os responsáveis pela avaliação, aprimoramento e melhorias genéticas de animais de produção, assim como do manejo das criações que se transformam em alimentos para o mercado interno e externo do País. 

Também são deles a incumbência de selecionar os animais que formam o rebanho matriz para reprodução, de determinar o sistema e as técnicas a serem usados em cruzamentos, de pesquisar as necessidades nutricionais do rebanho e estabelecer a dieta adequada aos animais. “O zootecnista busca controlar a produtividade e trabalha diretamente na questão da segurança alimentar com enfoque nos aspectos nutricionais, em animais confinados em centros de apreciação e também em pets”, detalha o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda. 

Área ganha espaço no país 

Segundo a zootecnista Ana Cláudia Ambiel, presidente da Comissão Nacional de Ensino da Zootecnia do Conselho Federal de Medicina Veterinária, o mercado de trabalho está mais atrativo e abrangente. Ela observa que além de trabalhar a adequação do sistema criatório - bovinos de corte e de leite, aves, suínos, ovinos, caprinos, bubalinos, equinos, organismos aquáticos, animais silvestres, entre outros, os zootecnistas também são responsáveis pela implantação e manejo de pastagens. “É uma profissão de grande importância social e econômica, porque proporciona o desenvolvimento do agronegócio”, avalia Ambiel. 

O zootecnista também atua na indústria alimentícia, em universidades, institutos de pesquisa e órgãos públicos. “Também trabalhamos a questão do bem-estar dos animais selvagens em zoológicos e centros de triagem e atuamos de forma sustentável para a conservação dos recursos naturais”, acrescenta a zootecnista. A grade curricular é ampla, já que estão incluídas na formação do Zootecnista disciplinas como nutrição e alimentação animal, pastagens, melhoramento genético animal e de plantas, bioclimatologia, comportamento animal, ciências do solo e biotecnologia, por exemplo. 

Área Jovem 

A zootecnia é uma profissão jovem. A primeira Faculdade de Zootecnia no Brasil foi fundada em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, em 13 de maio de 1966, quando é comemorado o Dia do Zootecnista. A profissão foi regulamentada em 1968. Atualmente, existem no País 112 cursos de Zootecnia formando cerca de 3,5 mil profissionais por ano. O Conselho Federal de Medicina Veterinária tem registrado cerca de 7.400 zootecnistas atuantes. “Atuamos na cadeia produtiva com olhos para o mercado de crédito de carbono, fair trade, orgânicos, bem-estar animal, inserção mo mercado de energia (biodisel e etanol), biotecnologia e nutrigenômica, atuação estratégica na cadeia de pets e área de serviços e lazer rural”, acrescenta Ana Cláudia Ambiel. 

Globo Rural

13 de Maio - Dia do Zootecnista


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Nova raça de bovinos é criada para modenizar a pecuária em MT

Raça Araguaia foi lançada oficialmente no ano passado. Genética engloba três raças e resulta em carne mais macia. Lançada oficialmente no fim do ano passado, a raça bovina Araguaia está conquistando espaço em Mato Grosso. A composição da Raça Araguaia é uma linhagem genética que deriva das raças: Blond D’Aquitaine (Bos taurus), Nelore (Bos indicus), Caracu (Bos taurus). O engenheiro agrônomo e pecuarista, Raul Almeida Moraes Neto, investe nesta seleção faz 13 anos e os resultados já estão no mercado. “Já estamos comercializando sêmen, embriões sexados e prenhezes. Temos um rebanho de dois mil animais em Torixoréu (a 577 quilômetros de Cuiabá)”, afirmou. LEIA MAIS... 



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Tendência de alta no mercado do boi gordo vai continuar nos próximos dias


PREÇOS FIRMES: O mercado da bovinocultura de corte em Mato Grosso passa por um momento favorável, desde a cria até a engorda dos bovinos no Estado. Para se ter uma ideia, todas as categorias de reposição apresentaram evoluções em seus preços, desde machos e fêmeas desmamados até as categorias mais velhas, também de machos e fêmeas, que já estão aptos para se tornarem reprodutores. É bem verdade que a valorização das categorias de reposição segue um curso normal de acompanhar a valorização do boi gordo, da ponta final da cadeia - e como vem valorizando o boi. Analisando o preço médio da arroba registrado no mês de abril de 2013 (R$ 87,60) e a média de março de 2013 (R$ 85,89), observa-se 
uma valorização de 1,99% e quando se vai mais além no período de análise, a variação é mais positiva, como, por exemplo, na comparação anual (abril/13 com abril/12), que registra um aumento médio de 4,45% no preço da arroba do boi gordo. O mês de maio já teve início, historicamente agora são registrados os preços mais baixos do boi - é a safra - e ao que parece e o que os indicadores de tendência vêm demonstrando para os preços do Imea é que os menores valores da arroba no ano não serão registrados em maio. LEIA MAIS...

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Qual será a participação da Índia, Brasil, Austrália e EUA no mercado mundial da carne bovina em 2013?

Previsões revisadas de exportações mundiais de carnes em 2013. A previsão da produção global de carne bovina para 2013 está praticamente sem mudanças com relação à estimativa de outubro, sendo de 57,5 milhões de toneladas. Os dados da Índia foram revisdos para baixo, mas isso foi compensado por aumento na produção de outros países. A previsão de exportações globais caíram 355.000 toneladas em comparação a estimativa anterior, publicada em outubro de 2012, para 8,6 milhões. O principal motivo foi a grande redução na expectativa das exportações da Índia. Por outro lado, o USDA fez revisões de alta para Brasil e Austrália. A demanda de importação do Leste da Ásia, particularmente na China e em Hong Kong, está mais forte, enquanto outros mercados importantes estão mais fracos devido ao menor consumo (México) ou à maior produção (Coreia do Sul). LEIA MAIS...

Fonte: Livestock and Poultry: World Markets and Trade, Foreign Agricultural Service/USDA – Abril de 2013. (http://www.fas.usda.gov/psdonline/circulars/livestock_poultry.pdf). Traduzido e adaptado pela Equipe BeefPoint.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Com Índia no retrovisor, Brasil retoma posto de maior exportador de carne

O Brasil retomou no último ano o posto de maior exportador mundial de carne, mas vem ganhando a concorrência cada vez mais forte de um país com pouca tradição no setor: a Índia. Dados compilados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostram que o Brasil exportou no ano passado 1,52 milhão de toneladas de carne, retomando o posto de maior exportador que havia perdido em 2011 para a Austrália, cujas exportações no ano passado ficaram em 1,41 milhão de toneladas. LEIA MAIS...

Preços no varejo caem com medida do consumo


O momento vivido nos três elos da cadeia da bovinocultura do Estado é diferente, isso porque, enquanto o pecuarista e o atacadista da cadeia veem seus preços se valorizar e o consumidor final vê preços caindo nas gôndolas dos supermercados e açougues. Vários são os fatores que afetam os preços dentro da bovinocultura e lá no início dela, nota-se uma demanda externa muito boa nos últimos três meses, com recordes de volume exportado e receita e, consequentemente, preços em elevação, bem verdade que ainda pouco remuneradores ao principal elo da cadeia. Na indústria, o efeito foi o mesmo, a demanda externa elevando os preços dos cortes cárneos de atacado, principalmente do dianteiro. Já no varejo o que está acontecendo independe da oferta e demanda - em um primeiro momento. Isso ocorre porque somente agora se pode verificar o efeito da desoneração fiscal do governo, com o objetivo de conter a inflação, sobre os alimentos da cesta básica e da carne bovina. Tal redução está tornando a carne bovina mais  barata ao consumidor e consequentemente mais acessível a uma maior faixa da população mato-grossense e aqui, sim, pode-se estar iniciando um movimento de aumento de demanda interna por carne bovina. LEIA MAIS...

terça-feira, 23 de abril de 2013

MERCADO DE GRÃOS, FARELOS E ANIMAIS DE REPOSIÇÃO EM MATO GROSSO




BAIXE O ARQUIVO

ARTIGO: Desempenho animal e características de pastos de capim‑piatã submetidos a diferentes intensidades de pastejo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o valor nutritivo, a estrutura do dossel e a produção animal de novilhos em pastos de capim‑piatã (Urochloa brizantha, cultivar Piatã), manejados a 15, 30 e 45 cm de altura, sob lotação contínua. Utilizou‑se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com duas repetições e três alturas. As alturas dos pastos foram monitoradas duas vezes por semana, e as taxas de lotação ajustadas. Mensalmente, os pastos foram amostrados e os animais foram pesados. Não houve diferença no valor nutritivo dos pastos manejados com diferentes alturas. Os ganhos médios diários de 650 g por novilho foram semelhantes entre as diferentes alturas de manejo. A taxa de lotação foi menor para o pasto com 45 cm (2,4 UA ha‑1), intermediária para o de 30 cm(3,1 UAha‑1) e maior para o manejado com 15 cm(3,8 UAha‑1), o que resultou em maior ganho por área dos pastos manejados com 15 cm(1.050 kg ha‑1) e 30 cm(910 kg ha‑1) de altura, quando comparados ao manejado a 45 cm (635 kg ha‑1). O capim‑piatã apresenta grande flexibilidade de manejo sob lotação contínua e pode ser manejado entre 15 e 45 cm de altura. LEIA MAIS...

ARTIGO: Efeito da suplementação de cobre e selênio na dieta de novilhos Brangus sobre o desempenho e fermentação ruminal

Vinte e oito bovinos Brangus foram usados para determinar o efeito da suplementação de cobre e selênio no desempenho e na fermentação ruminal. Os animais foram divididos em: 1) C(Controle) sem a suplementação de cobre e selênio; 2) Se  2mg Se/kg de matéria seca na forma de selenito de sódio; 3) Cu  40mg Cu/kg de matéria seca na forma de sulfato de cobre; 4) Se/Cu  2mg Se/kg de matéria seca na forma de selenito de sódio e 40mg Cu/kg de matéria seca na forma de sulfato de cobre. As pesagens dos animais foram feitas em intervalos de 28 dias, após jejum completo de 18 horas. Foram colhidas amostras de líquido ruminal para análises de ácidos graxos voláteis e pH. O ganho de peso diário aumentou com a suplementação de Se (P<0 a="" alterada="" de="" foi="" ingest="" mat="" n="" o="" pelos="" ria="" seca="" tratamentos="">0,05).Os animais submetidos à suplementação com Cu apresentaram menor pH ruminal quando comparado com a suplementação Se/Cu (P<0 ac="" animais="" apresentaram="" as="" but="" cido="" com="" comparado="" controle="" de="" diferen="" e="" houve="" maior="" n="" nico="" o="" os="" para="" propi="" propor="" quando="" rico="" se="" significativas="" suplementados="" tico="" u="">0,05) entre os tratamentos. Apesar do pouco efeito na fermentação ruminal, as suplementações de selênio, cobre e selênio/cobre proporcionaram uma melhor eficiência alimentar. LEIA MAIS...

ARTIGO: Comportamento ingestivo de vacas primíparas das raças Guzerá e Sindi recebendo dietas com diferentes níveis de ureia

Objetivou-se com este trabalho avaliar parâmetros de comportamento ingestivo de vacas primíparas das raças Guzerá e Sindi recebendo dietas com diferentes níveis de inclusão de ureia, em substituição ao farelo de soja, e da cana-de-açúcar, em substituição ao capim elefante. Foram utilizadas oito vacas primíparas, sendo quatro da raça Guzerá e quatro da raça Sindi em lactação, distribuídas em dois quadrados latinos 4x4. Os tratamentos experimentais consistiram em: T1 (0,0 canade-açúcar + 0,0% ureia), T2 (13,0% cana-de-açúcar + 0,6% ureia), T3 (26,2% cana-de-açúcar + 1,2% ureia) e T4 (39,4% cana-de-açúcar + 1,8% ureia), na matéria seca. Os animais foram observados a cada cinco minutos, durante 24 horas, para determinação do tempo despendido em alimentação, ruminação e ócio. Não foi observada diferença signifi cativa (P>0,05) para os tempos médios despendidos com as variáveis comportamentais alimentação, ruminação e ócio, à medida que foram aumentados os níveis de inclusão da ureia e cana-de-açúcar nas dietas. O tempo de mastigação total foi maior para os animais da raça Sindi, quando comparado ao dos animais da raça Guzerá. Animais da raça Guzerá apresentaram maior efi ciência de alimentação em (g MS/h) e ruminação, quando expressa em (g MS h-1) e (g FDN h-1), quando comparada com a raça Sindi. À medida que se aumentam os níveis de inclusão da ureia e cana de açúcar na dieta, há um decréscimo da efi ciência de ruminação expresso em (g FDN h-1). LEIA MAIS...

ARTIGO: Microclima no sistema sem sombra e silvipastoril no verão e no inverno

Avaliou-se o microclima em sistema sem sombra (SS) e silvipastoril (SP) com eucalipto no verão e inverno, medindo-se as variáveis temperatura do ar (Ta), globo negro (Tg), umidade relativa (UR), velocidade do vento (Vv) a cada 2 por 24h (entre renques, sombra (SP) e sem efeito de sombra (SS)). O delineamento foi em blocos casualizados (mês), na parcela (sistema), na subparcela (horas) e na sub-subparcela (estação). Com exceção da Ta e UR, a Tg (24,73 e 26,41ºC), Vv (3,16 e 4,57 m s-1), ITGU (71,83 e 73,84), ICC (74,53 e 76,11) e CTR (526,46 e 595,80 W m-2), respectivamente, para SP e SS, foram maiores no SS. A Ta, UR e Vv sofreram efeito quadrático do horário. Verificou-se efeito da estação, respectivamente, no verão e inverno a Ta (27,55; 14,93ºC), UR (72,11; 60,68%), Tg (29,80; 21,33ºC), ITGU (80,04; 65,63), ICC (81,64; 69,00) e CTR (575,65; 546,61 W m-2). A Tg, UR e CTR sofreram interação da hora x estação, e efeito quadrático, a CTR interação com sistema x estação. A Tg correlacionou-se com ITGU (0,962), ICC (0,956) e CTR (0,809). O sistema silvipastoril reduziu Tg e Vv e tornou o ambiente mais harmônico diminuindo as diferenças climáticas entre as estações. LEIA MAIS...

1°Estimativa do Valor Bruto da Produção 2013 em Mato Grosso

RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013





BAIXE O ARQUIVO

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Diferencial de preço entre arroba do boi gordo e a vaca gorda diminui em abril devido a demanda externa


VACA VALORIZADA: Compradores ávidos no mercado internacional estão mudando o panorama da safra do boi gordo e da vaca gorda em Mato Grosso. Essa é a constatação que pode ser feita ao "cruzar" os dados de exportação com os dados de preços no mercado mato-grossense do boi, isso porque quando é feita a comparação entre o preço médio do mês de março e o preço médio do mês de abril, nota-se uma valorização de 1,91% na arroba da fêmea, partindo do valor de R$ 77,68 para R$ 79,16. Não somente a vaca, mas a arroba do boi gordo também está valorizada, precisamente 1,65%, registrando em março o preço médio de R$ 85,89 e em abril, de R$ 87,31. Assim, o diferencial de preços entre a arroba do boi gordo e da vaca gorda está, atualmente, em 10,29%, uma retração de 0,28 ponto percentual ante março de 2013. Vale ressaltar que mesmo com a diminuição da diferença de preços, o valor encontrado para o mês corrente está acima da média histórica calculada com os preços nominais do Imea (9,38%). Outro ponto importante é que houve uma aceleração nos abates de bovinos no primeiro trimestre, principalmente das fêmeas, o que deveria aumentar a oferta desses animais e pressionar as cotações, o que não aconteceu, visto que a demanda externa colaborou para a sustentação e até mesmo elevação das cotações das fêmeas no Estado. LEIA MAIS...

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pecuaristas aguardam para decidir confinamento

Os pecuaristas estão em compasso de espera enquanto aguardam um aumento nos preços futuros do boi para definir se o cenário favorecerá um aumento no confinamento bovino nesta temporada, disseram representantes de associação que reúne o setor nesta terça-feira. LEIA MAIS...

terça-feira, 16 de abril de 2013

Podridão sanitária


Como a omissão e a conivência de médicos veterinários, ao não fiscalizarem a carne vendida no País, colocam em risco a saúde da população brasileira


Sangue escorrendo livremente pelo chão, o ranger do serrote cortando ossos e pedaços de carnes jogadas por cantos imundos e fétidos. Essa cena se repete diariamente em matadouros e frigoríficos localizados, principalmente, em cidades do interior do Brasil. Um levantamento nacional, feito durante nove meses pela ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, constatou que 30% da carne consumida no País não passa por nenhuma fiscalização. “Estamos colocando a vida dos brasileiros em risco”, alerta Roberto Smeraldi, presidente da ONG. E, pior ainda, o estudo elaborado pela Amigos da Terra constatou que 70% dessa carne não é clandestina. Ou seja, apesar de imprópria para o consumo, ela passa facilmente pelos mecanismos de fiscalização governamentais, pois transita por frigoríficos e abatedouros autorizados a funcionar, com a aprovação concedida por médicos veterinários que têm o dever de atestar a origem e a qualidade do que será levado à mesa dos brasileiros. LEIA MAIS...

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ótimo desempenho no mercado externo deu sustentação aos preços no mercado interno em Mato Grosso


EXPORTAÇÕES E PREÇOS FIRMES: O primeiro trimestre de 2013 (1T13) iniciou em ritmo lento, com poucos negócios e tendências nada definidas no mercado físico do boi gordo, apresentando maior movimentação, de fato, após o carnaval. Para a exportação o que foi visto é a confirmação das expectativas para o trimestre, já que em janeiro e fevereiro os resultados se mostravam satisfatórios e prometedores de novos ares por aqui em Mato Grosso - foi o que aconteceu. O Estado ultrapassou, após quatro longos anos fracos, a barreira das 50,00 mil Tec para o volume e a dos US$ 180,00 milhões para a receita. A demanda interna permaneceu estável no trimestre, com uma carcaça casada ao redor de R$ 6,15/kg, somente R$ 0,05 mais que no primeiro trimestre do ano passado. Os cortes cárneos mais exportados, de modo geral, são os provenientes do dianteiro bovino e no primeiro trimestre foram verificados variações positivas no atacado e varejo para os mesmos. Deste modo, a elevação de preços do dianteiro bovino e seus respectivos cortes e, também, na arroba do boi gordo ocorreram devido ao desempenho das exportações, que pressionou o mercado interno dos mesmos produtos. LEIA MAIS...

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Preços do boi gordo e bezerro se elevam em plena safra


CADÊ A SAFRA? Mais um mês se passou, mais perto a safra chega ao pecuarista mato-grossense e o que menos se vê é safra verdadeiramente dita. Alguns indicadores colocam mais dúvidas com relação à chegada ou não da safra, um deles é a escala de abate no Estado que nos atuais oito, ou melhor, quase nove dias, há pelo menos dois meses, sem nenhuma evolução. Relatos de compradores que ofertam preços maiores, acima da referência do Imea para o Estado, estão tornando-se frequentes, da mesma maneira que relatos de pastagens em ótimas e boas condições, além de verificações a campo. Outro ponto importante é que a oferta normal de fêmeas no primeiro trimestre acaba por desvalorizar os preços do mercado do boi gordo, o que parece não estar acontecendo este ano, já que com o preço do bezerro ao redor de R$ 650,00 - R$ 700,00 por cabeça a retenção de fêmeas pode estar maior. Para se ter uma ideia o preço da arroba, do macho e também da fêmea, está apresentando valorizações desde janeiro, superando o preço de R$ 87,00 no final do mês de março e mantendo-se no mesmo patamar no início de abril. O atual padrão de preço para o gado terminado em Mato Grosso é comparável aos registrados na entressafra do ano passado. LEIA   MAIS...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Maior participação de fêmeas aumenta os abates brasileiros e mato-grossenses de bovinos


MAIS FÊMEAS NO GANCHO: Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em sua Pesquisa Trimestral do Abate de Animais vêm de encontro com a tendência já observada nos dados do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (INDEA), o de aceleração nos abates de fêmeas no Estado. Segundo o instituto federal no ano passado foram abatidas 2,08 milhões de cabeças de fêmeas bovinas ante um abate de 1,68 milhão de cabeças em 2011, o que resultou em um aumento da participação destas no total abatido pelo Estado. Deste modo, em 2012 a participação das fêmeas nos abates de bovinos ficou em 41,5%, uma elevação de 3,90 pontos percentuais com relação à participação de 37,6% registrada em 2011. Como é de conhecimento do pecuarista, que sofre com os problemas das pastagens, o Estado de Mato Grosso vive uma de suas piores crises nas pastagens, isto é, lá em 2010 a seca prolongada e em 2011 os ataques de cigarrinhas refletiram fortemente, em 2012, na condição das pastagens, o que favoreceu o descarte das matrizes e, consequentemente, aumentou a participação delas no abate de bovinos em 2012. Assim como em Mato Grosso, no Brasil o abate de total foi maior na comparação com 2011, com uma participação mais efetiva das fêmeas no abate, 41,9%. Leia mais...

segunda-feira, 25 de março de 2013

Fim da quaresma eleva os preço da carne no varejo cuiabano


CARNE MAIS CARA: O consumidor de carne bovina em Cuiabá está pagando mais caro pelo quilograma, registrando um acumulo consecutivo de três altas semanais nos preços pagos. Para se ter ideia, imediatamente após o início da quaresma os preços praticados nos açougues e supermercados despencaram, a média dos 13 cortes levantados semanalmente pelo Instituto chegou ao mínimo de R$ 16,84/kg. Porém, atualmente, a cotação às vésperas do final da quaresma praticados no varejo atingiu o valor de R$ 17,19/kg, ou seja, uma alta de 2,1%. Assim, antes mesmo das expectativas de aumento da demanda por parte dos consumidores se concretizarem no último elo da cadeia, varejo, o mesmo já antecipou o aumento dos preços nas gôndolas de suas lojas, tornando mais caro os cortes bovinos ao consumidor. Bons ares no varejo já estão soprando para elo dos pecuaristas mato-grossenses, os preços recebidos pela arroba do boi gordo apresentaram variação positiva na semana, 0,69%, atingindo pela primeira vez no ano uma média semanal acima dos R$ 86,00/@. Este patamar de preço não era visto no Estado desde a primeira semana de dezembro, ou seja, desde o fim da entressafra do boi. Leia mais...

quinta-feira, 21 de março de 2013

Pecuária brasileira reduz área e dobra produção em 36 anos

Pastagens decresceram de 165 milhões de hectares em 1975 para cerca de 152 milhões de hectares em 2011. As áreas de pastagens brasileiras diminuíram 8% entre 1975 e 2011, período em que o efetivo de bovinos dobrou, passando de 102,5 milhões para 204 milhões de cabeças. As informações são da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir da análise de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Leia mais...

sexta-feira, 15 de março de 2013

EUA: exportações continuam suspensas pela Rússia devido à ractopamina

A Rússia não pretende abandonar suas reivindicações sobre a presença de ractopamina em produtos de carne dos Estados Unidos. O secretário do órgão de inspeção da Rússia, Alexei Alexeyenko, disse que enquanto os Estados Unidos não estiverem prontos para ter um diálogo construtivo sobre o assunto, as exportações dos Estados Unidos à Rússia se manterão restritas. Leia mais...

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pecuária em Mato Grosso perde território para agricultura

Pecuária mato-grossense perdeu 1,5 milhão de hectares para a agricultura nos últimos 3 anos. Enquanto a projeçãonacional até 2022 é que o avanço das plantações sobre as áreas de pastagem chegue a 10 milhões (ha), o recuo estadual seria de mais 1,5 milhão (ha) em 2 anos. Leia mais...

ASBIA: relatório sobre a comercialização de sêmen em 2012

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) publicou o INDEX ASBIA 2012 - Relatório sobre a comercialização de sêmen em 2012. Em 2012, foram comercializadas 12.340.321 de doses de sêmen nacionais e importadas, um aumento de 3,6% em relação ao ano de 2011. Leia mais...

terça-feira, 12 de março de 2013

Preço real pago ao pecuarista pela arroba do boi gordo está baixo


BOI BARATO: Afinal, o preço da arroba do boi gordo em Mato Grosso é barato ou caro? Ao se analisar a série de preços do Imea, desde 2008, nota-se que atualmente o preço nominal da arroba que o pecuarista está recebendo da indústria é relativamente alto. Em valores correntes o invernista mato-grossense recebeu em janeiro de 2013 R$ 84,52/@, já em valores reais, ou seja, quando é descontada a inflação, o valor recebido pelo pecuarista é comparável aos níveis de 2008, ou seja, muito baixo para os atuais padrões de custo que classe possui. Para se ter uma ideia, o preço real de dezembro de 2012 é 1,35% mais alto que os valores atuais (R$ 85,67/@). Indo além no horizonte de análise, nota-se que o preço real da arroba está mais barato ainda, precisamente 24,40% mais barata que no pico de preços reais da série histórica do Imea. Em novembro de 2010, a cotação da arroba, descontada a inflação, seriam atuais R$ 111,79. Portanto, o atual nível de preço da arroba é baixo, não condizente com os custos do pecuarista mato-grossense, e torna a atividade menos atrativa. Leia mais...

segunda-feira, 4 de março de 2013

Duas forças atuam sobre o mercado do boi gordo em MT


DUAS FORÇAS: A oferta de animais apresentou enxuta em Mato Grosso no mês de fevereiro de 2013. Na média do segundo mês do ano a escala ficou em 7,91 dias, bem abaixo dos 10,4 dias de janeiro e os 11,31 de dezembro de 2012. Indo contra a restrição de oferta, foram relatados em algumas macrorregiões do Estado, casos de cigarrinhas nas pastagens, prejudicando a forrageira e diminuindo sua capacidade de suporte aos animais. Assim, o preço da arroba do boi gordo está sob influência de duas forças antagônicas, uma puxando os preços para cima e outra para baixo, gerando um cenário firme de preços em fevereiro de 2012. Durante todo o mês foram verificados três fechamentos semanais com preços acima da abertura, registrando um preço médio de R$ 84,23/@ em fevereiro, uma alta de 0,37% em relação ao mês passado, quando a arroba era cotada, em média, a R$ 84,52. No entanto, com o atual período de safra vivenciado pela bovinocultura de corte mato-grossense a pressão baixista sobre o preço da arroba do boi gordo tende a aumentar, fazendo com que os rumos do mercado se torne mais incerto. Leia mais...

sexta-feira, 1 de março de 2013

Zootecnista garante boa alimentação

Matéria publicada no caderno da Unoeste sobre Zootecnia. A foto foi produção e edição da equipe de comunicação da Unoeste e de professores e alunos de Zootecnia. E não foi montagem, a mesa de café foi para o meio do pasto mesmo!!


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Beta-agonistas: o que são e como funcionam na produção de carne bovina

Por Sérgio Bertelli Pflanzer e Pedro Eduardo de Felício (FEA-UNICAMP)

De acordo com a Instrução Normativa 55/2011 do MAPA, de 1º de dezembro de 2011 [Brasil, 2011], estão proibidas a importação, a produção, a comercialização e uso de substâncias naturais ou artificiais, com atividade anabolizante hormonal, para bovinos de abate. Esta IN revogou a IN 10/2001 [Brasil, 2001] que incluía na proibição as substâncias com atividade anabolizante, ainda que desprovidas de caráter hormonal. Desse modo, ficou liberada a possibilidade de registro dos beta-agonistas, que ocorreu recentemente, 25 e 27 de junho de 2012, com a aprovação da venda de dois produtos comerciais, cujos princípios ativos são, respectivamente, o zilpaterol (Zilmax® da MSD) e a ractopamina (Optaflexx® da Elanco). Leia mais...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Pecuária de corte tem custo maior do que receita

A pecuária de corte em mato Grosso fechou 2012 no vermelho, isto é, com os custos mais altos do que a receita. A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) encomendou um estudo que aponta que em dezembro do último ano o preço médio pago pela arroba era de R$ 84,87 e o custo operacional total – que inclui a depreciação dos ativos da propriedade – era de R$ 87,75. A diferença de aproximadamente R$ 3 por arroba pode chegar a um prejuízo de cerca de R$ 900 por carga (18 animais). Leia mais...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Mês de janeiro com baixa movimentação e preços estáveis para o mercado bovino mato-grossense

MÊS PARADO: No primeiro mês do ano de 2013 o preço da arroba do boi gordo à vista em Mato Grosso seguiu firme na casa dos R$ 84/@, registrando na última cotação de janeiro o preço de R$ 84,59/@ e acumulando uma queda de R$ 0,33. Com as águas de janeiro o pecuarista vê a sua pastagem recuperar condição, o seu boi ter alimento e vê diminuir a necessidade de venda dos animais já terminados ou quase lá, enxergando aqui a possibilidade de "estocar" o boi no campo. Para a indústria a oferta de animais foi relativamente boa, o que resultou em uma escala confortável para indústria, mantendo-a em 10,38 dias no mês, por sinal a maior já registrada para o mês de janeiro. Do lado da demanda, o consumidor com sua renda comprometida com os impostos e demais contas do mês não deu animo ao início da cadeia, reduzindo os preços. Assim, o mês de janeiro foi como qualquer outro janeiro, parado, "frio", com quedas nos preços e sem tendência definida, sendo necessário aguardar mais alguns dias para se ter uma ideia clara sobre o mercado. Leia mais...